Casa de Jornalista, a Casa da Democracia

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 Jornalismo     Belo Horizonte - MG  
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Projeto Flexível

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Jornalistas de Minas


R$ 1.480
4% de R$ 39.500 necessários (Meta #1)
15 dias para o projeto acabar
Você pode contribuir com este projeto até o dia 15/10/2022 às 23h59m
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Sobre o Projeto


Foto da fachada da Casa de Jornalista/Sindicato dos Jornalistas

Ao longo de sua existência de mais de 75 anos, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) teve uma atuação centrada em duas linhas: uma é a da defesa dos jornalistas e do jornalismo; a outra é a defesa de causas relacionadas a interesses coletivos, como a defesa da democracia, da liberdade de expressão, do meio ambiente, da diversidade, da igualdade de gênero e contra a discriminação racial e sexual.

Porém, desde a reforma trabalhista, em 2017, o SJPMG vem passando por sérios problemas financeiros, que reduzem substancialmente sua capacidade de ação em defesa dos jornalistas e de causas de sentido mais geral. Com a reforma trabalhista, o SJPMG perdeu mecanismos automáticos de obtenção de receita.

Essa perda de receita resulta em dois problemas básicos: o primeiro é a redução do poder de ação do Sindicato em defesa da categoria. O segundo é a deterioração do imóvel localizado na avenida Álvares Cabral, 400, no centro de Belo Horizonte, onde, além do Sindicato dos Jornalistas, funciona a Casa de Jornalista

Embora funcionem no mesmo local, estas instituições que têm funções diferenciadas. O SJPMG é uma instituição sindical que atua nos termos da legislação federal que regulamenta o assunto. Sua finalidade principal é a defesa dos jornalistas nas questões relacionadas ao mundo do trabalho.  A Casa de Jornalista atua no campo da cultura, da arte, e no debate das questões da atualidade relacionadas à Cidade, ao Estado e ao País.

Nos anos de1990, Sindicato foi alvo de bombas de grupos de extrema direita (arquivo)

Entrega do prêmio Délio Rocha de Jornalismo lotou a sede do SJPMG e da Casa de Jornalista Foto: Maíra Cabral Duarte

Sindicato participa do lançamento de campanha contra o assédio no Carnaval Crédito: acervo SJPMG

 



Atualizações

O projeto ainda não possui atualizações. Mas fique ligado que em breve teremos novidades ;)

Metas

Meta #1

PAGAMENTO DE CUSTAS PROCESSUAIS / O Sindicato deve os honorários sucumbenciais e as custas processuais de uma ação coletiva movida pela entidade em favor dos jornalistas terceirizados da Assembleia Legislativa. Desde a contrarreforma trabalhista, que cassou direitos e dificultou o acesso dos trabalhadores e entidades de classe à Justiça do Trabalho, quem perde uma ação é obrigado a pagar para o patrão os honorários. O SJPMG solicitou justiça gratuita, baseada na sua situação financeira e também no argumento de que é obrigação dos sindicatos defender os direitos coletivos e por isso não poderia ser penalizado com esse pagamento, mas a tese não foi acolhida pela Justiça e a entidades está com todas suas contas bloqueadas desde o dia 15 de julho. Todo centavo que entra é imediatamente recolhido em favor da ação e não há possibilidade de parcelamento. O bloqueio é um baque nas finanças da entidade que vinha conseguindo equilibrar suas receitas e despesas, pagar todas as contas rigorosamente em dia e sair do vermelho, apesar de nunca sobrar recursos para o gasto com despesas extras, contratações de mais funcionários e remuneração do assessor jurídico (que hoje atua voluntariamente). Também não há sobra para a manutenção da sede que tem mais de 50 anos de construção, 494 metros quadrados de área e muitos problemas estruturais. Caso o sindicato não alcance o valor do bloqueio para liberar suas contas, a sobrevivência da entidade estará comprometida, pois sem recursos não há como pagar a funcionária e nem as despesas básicas para o funcionamento, como água, luz e telefone.

R$ 1.480 de R$ 39.500
Meta #2

REFORMAS E MELHORIAS EM GERAL / A - TROCA DE PORTÃO E INSTALAÇÃO DE INTERFONE - Para aumentar sua receita, já que o pagamento das anuidades não é suficiente para manter a entidade em funcionamento, o Sindicato dos Jornalistas reduziu o espaço que ocupava anteriormente e alugou-o para outras entidades. Hoje, funcionam no imóvel a Casa Matriz, que aluga o espaço existente de eventos; o Centro de Estudos Cinematográficos (CEC), a Associação dos Jornalistas Escritores e a Associação dos Repórteres Fotográficos do Estado de Minas Gerais (Arfoc), além do Sindicato, que ocupa o espaço principal. Ocorre, porém, que o Sindicato dispõe de apenas uma funcionária. Assim, cabe a ela atender a campainha e abrir o portão que, por razões de segurança, não fica aberto o tempo todo. O que se pretende, com a Meta 3 é realizar a troca do portão de entrada da Casa, que é de abertura manual, por um portão que possa ser aberto por controle remoto. Ao mesmo tempo, pretende-se instalar um sistema de interfones com campainha privativa para cada uma das instituições parceiras da Casa, que ficarão responsáveis, individualmente, por abrir o acesso ao imóvel, liberando a única funcionária que o Sindicato tem hoje de tal função./ B - NOVA CAIXA D'ÁGUA E MELHORIA DE ESCOAMENTO - Outro problema do imóvel é a caixa d’água, que está comprometida e só pode ser utilizada até um determinado nível de água. Caso ocorra um comprometimento maior de sua estrutura, e a água vaze sem controle, os danos ao imóvel serão incalculáveis, já que a água irá infiltrar pela laje, podendo alcançar os dutos de energia elétrica e da rede de computador. Há dois anos, foi feito um conserto paliativo da caixa d’água, que não resolveu o problema. A meta é trocar a caixa d’água e, ao mesmo tempo, realizar melhorias no escoamento de água, que em dias de chuva, fica empoçada, por exemplo, na parte de baixo do jardim. C - ACESSIBILIDADE PASSEIO - Em 2021, a prefeitura de Belo Horizonte notificou o Sindicato para que procedesse à troca do passeio da Casa. A alegação apresentada era de que o passeio atual estava danificado e causava risco aos pedestres. Outra alegação é de que o passeio está em desacordo com os novos modelos previstos para a área central da cidade. Uma nova vistoria da PBH está para ser realizada a qualquer momento e, caso seja feita, como a notificação anterior não foi cumprida, o Sindicato corre o risco de ser multado por descumprimento de notificação. E na atual situação financeira em que se encontra o Sindicato, não ser multado também é uma prioridade./

R$ 1.480 de R$ 64.300

Apoiadores

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