Inclusão Social

Kika e Negona em Portugal

Kika e Negona em Portugal
O que é

Vamos levar o Feminismo Marginal Periférico do Funk a Europa, por intermédio do Observatório das Quebradas e do Baile da Serra.

Observatório das Quebradas None Contato
R$ 653.59
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Você pode contribuir com este projeto até o dia 10/07/2019 às 16h30m
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Sobre o Projeto


O Observatório das Quebradas é um coletivo político cultural que atua nas regiões periféricas (Favelas) da região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais (Brasil).

(Observatório das Quebradas)


As culturas afro urbanas brasileiras são extremamente ricas em diversidade, linguagem e corporalidade de resistência. Locus de resistência étnica cultural, desde a escravidão, permanecem como instrumento de organização de discursos narrativos e reivindicatórios, bem como de preservação de práticas sociais afrodiaspóricas.

Tais culturas são, intensamente, perseguidas e criminalizadas desde à época colonial escravocrata, fato este ocultado, silenciado pelo próprio Estado Brasileiro.

Com o intuito de promover o debate ao direito à cultura, lazer, afirmação estética cultural, geração de renda, o Observatório das Quebradas auxilia no diálogo com o Poder Público para garantir a realização de Bailes Funks, bem como em outras atividades culturais e políticas

.

Uma dessas atividades é a disputa epistemológica. O Brasil é um país construído a partir da racialização institucional excludente. A cultura afro urbana periférica, embora de extremo sucesso – nacional e internacional – é tida como selvagem, incivilizada.

Diante dessa percepção preconceituosa, violenta e excludente, faz-se necessária a construção de outras análises que reconheçam a riqueza epistemológica de tais culturas. O Observatório das Quebradas elabora diversas comunicações científicas, a partir dessas narrativas e linguagens silenciadas e perseguidas.

No mês de março de 2019, a Universidade de Lisboa (Portugal) aprovou uma comunicação científica do Observatório das Quebradas intitulado Fé Nas Malucas: o feminismo marginal periférico do Funk, que será apresentada nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2019 no II Congresso Internacional do CIEG – Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero: Estudos de Género, Feministas e sobre as Mulheres: Reflexividade, resistência e ação, em Lisboa, Portugal, e precisa de sua força! 


Cristine Pereira , Kika, é moradora do Aglomerado da Serra. Promotora Popular. Produtora Cultural, com mais de 16 anos de experiência. Foi eleita representante da Sociedade Civil (Culturas Periféricas) na Fundação Municipal de Cultura de BH. É também Presidenta da Associação de Moradores da Vila Cafezal, Aglomerado da Serra.


Welleton Carlos, conhecido como Negona Dance, tem 21 anos e além de ser um jovem militante do Aglomerado da Serra em BH, é Dançarino, Intérprete e Coreógrafo. 

Negona, começou sua jornada em 2011 no Espaço Criança Esperança, e em 2014 fez Valores de Minas. 

Negona Dance hoje é diretor e coreógrafo do Grupo Identidade Oficial, é dançarino e coreógrafo do Favelinha Dance e além de ser estudante em Dança pela UFMG e membro da Global Shampers no Hub de BH.

O artista também é pesquisador e dançarino de funk, faz parte do Observatório das Quebradas um coletivo de político cultural de defesa da cultura afro-periferica urbana. É também um dos produtores do Baile Funk da Serra.

Sua dança já foi e está sendo prestigiadas nos maiores eventos da capital mineira e fora dela. 

"O funk diz quem eu sou, de onde eu vim, e para onde vou!"

"DA FAVELA PRO MUNDO!"




Atualizações


O projeto ainda não possui atualizações. Mas fique ligado que em breve termos novidades ;)